terça-feira, 17 de março de 2009

O LADO ESCURO DA ALMA

O que determina a personalidade de uma pessoa? Já teve essa curiosidade? Pois é, segundo o psicanalista Sigmund Freud, o “pai da psicanálise”, a personalidade começa a ser moldada na infância. “Os pais são os primeiros a conter o que há de animal em nós, nos ensinando a controlar desejos em nome de regras morais, castigos e convenções da civilização”.

“A formação da personalidade é processo gradual, complexo e único a cada indivíduo. O termo deriva do grego persona, com significado de máscara, designava a "personagem" representada pelos atores teatrais no palco. O termo é também sinônimo de celebridade.”

Cada um com suas máscaras, hora do espetáculo. A vida seria um espetáculo em que cada pessoa encarna uma personagem. Às vezes essa personagem é mutante e se adapta a cada necessidade.

Mas essas mudanças podem significar distúrbios:

• Falta de socialização;
• Emocionalmente frio;
• Deformidade de caráter; o indivíduo não observa as suas obrigações em relação a outros, a grupos, a convenções sociais;
• Intolerância a frustrações;
• Imediatista, incapacidade de esperar;
• Agressividade;
• Impulsividade;
• Tendências compulsivas;
• Egoísmo;
• Dramatismo;
• Busca constante por atenção e elogios;
• Vaidade; preocupação excessiva com a aparência;
• Exageros e sensibilidade emocional;
• Manipulações;
• Inconstância e baixa persistência;
• Falta de autocensura;
• Superioridade excessiva;
• Incapacidade de aprender com base em seus próprios erros;
• Desconfiança em excesso para com os outros;
• Ciúme doentio;
• Irresponsabilidade;
• Discórdia intrafamiliar e relacionamentos caóticos;
• Instabilidade de humor, de auto-estima, relações interpessoais, comportamentos, metas, objetivos, gostos e opiniões;
• Raiva constante;
• Pensamento extremo (cisão, separação de pessoas por ótimas ou péssimas)
• Freqüentes atos impulsivos e autolesivos;
• Ira descontrolada;
• Medo de estar só; medo excessivo de ser abandonado, rejeitado;
• Sensação de tédio e ameaça de suicídio, entre outros tantos sistematizados.

A teoria Cardecista, do ‘pai do Espiritismo’, Alan Kardec, explica que somos espíritos em processo de evolução. Nascemos, morremos e reencarnamos em busca da perfeição. O que poderia explicar “vícios” de personalidade herdados de “outra vida” e que permanecem na atual.

A dupla personalidade também é um distúrbio ou uma influência mediúnica?

Algumas pessoas trocam o “caminho certo” pelo caminho obscuro e cheio de pedras. Os assassinos, os bandidos, os corruptos, os sem caráter. É saber que o fogo queima e mesmo assim coloca a mão à prova.

A doença da alma é das mais aterradoras. Pois não há corpo sem alma. E sem alma não há ser humano.

Deus ajuda a quem quer chegar perto Dele.

2 comentários:

Isolda disse...

Engraçado que para todas as características citadas na relação que você fez, eu identifiquei uma pessoa. Impossível não conhecer um vaidoso excessivo, alguém que faz de tudo para chamar atenção, um egoísta, um impulsivo etc. No jornalismo e na vida.

E esse alguém pode ser o senhor ao lado, claro, assim como nós mesmos. Quando estamos bem longe de nossas máscaras; e do medo de nossos erros.

Abraço.
Isolda.

www.isolda.blogger.com.br

Wanessa disse...

Acho que, independente das nossas crenças, filosofias e teorias, todos nós somos 'universos' e podemos ser e fazer qualquer coisa.. inclusive, retornarmos e recomeçarmos. Achei massa você ter tocado no cardecismo, na medida em que ele nos estimula a tentarmos sermos melhores, mas acho que o 'caminho' a Deus (ou a nós mesmos) é mais para dentro do que 'para cima'...Porque só o que está láaa dentro é verdadeiro..é Deus..o resto são as tais 'máscaras', e quanto mais nos 'apegamos' a elas, menos nos importamos com o que realmente vale a pena: a real felicidade de nós e dos 'nós' a nossa volta! Como diz o ditado.. escuridão não é nada mais do que ausência de luz :D
Adoreeeeei a reflexão, Marabá ^^.. rs